após terceira sessão de perdas em Chicago, preços ficam em baixa no Brasil

Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

Com Chicago caindo forte – e pela terceira sessão seguida -, os preços da soja recuaram no mercado físico brasileiro nesta quarta-feira (22). Praticamente não houve registro de negócios, devido à retração dos vendedores.

– Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos baixou de R$ 195,00 para R$ 193,00

– Região das Missões: a cotação recuou de R$ 193,50 para R$ 191,50

– Porto de Rio Grande: o preço caiu de R$ 199,00 para R$ 196,00

– Cascavel (PR): o preço passou de R$ 194,00 para R$ 191,00 a saca

– Porto de Paranaguá (PR): a saca recuou de R$ 198,00 para R$ 195,50

– Rondonópolis (MT): a saca baixou de R$ 176,50 para R$ 173,50

– Dourados (MS): a cotação caiu de R$ 182,00 para R$ 180,00

– Rio Verde (GO): a saca passou de R$ 177,00 para R$ 174,50

Soja em Chicago

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Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços acentuadamente mais baixos. O clima favorável nos Estados Unidos encaminhou a terceira sessão consecutiva de perdas. A aversão ao risco no financeiro global completa o quadro baixista.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução de plantio das lavouras de soja. Até 19 de junho, a área plantada estava apontada em 94%. O mercado esperava o número em 95%. Na semana passada, eram 88%. Em igual período do ano passado, a semeadura era de 97%. A média é de 93%.

Ainda segundo o USDA, até 19 de junho, 68% estavam entre boas e excelentes condições – o mercado esperava 69% -, 26% em situação regular e 6% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 70%, 25% e 5%, respectivamente.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 28,25 centavos de dólar por bushel ou 1,68% a US$ 16,52 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 14,76 1/2 por bushel, com perda de 34,00 centavos ou 2,25%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,10 ou 0,25% a US$ 415,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 70,66 centavos de dólar, com baixa de 2,71 centavos ou 3,69%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,46%, sendo negociado a R$ 5,1770 para venda e a R$ 5,1750 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1260 e a máxima de R$ 5,1800.

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